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O Batizado da Camila🕊️

  • Foto do escritor: Paula Freitas
    Paula Freitas
  • 30 de mai. de 2022
  • 3 min de leitura

No dia 24-07-2021, um dia após o meu aniversário, celebramos o batizado da nossa bebé Camila. Tinha 8 meses de vida. Era verão. Pleno verão. Mas ainda assim, o sol chegara tímido após uma semana de chuva moderada. Tendo em consideração o histórico do clima existente no mês de julho, quem diria que, na véspera, encontrar-me-ia angustiada com a possibilidade de a chuva estragar o que durante meses delineara para ser realizado ao "ar livre". Não era suposto chover mas a semana servira-nos de aviso e os boletins meteorológicos eram unânimes nesse sentido: a previsão era a de aguaceiros. Foi então que, buscando algum alento, resolvemos comprar uns toldos de jardim impermeáveis que, embora não fossem, esteticamente, agradáveis, sempre nos ofereceriam, no dia, alguma proteção.

O dia chegou. E a chuva cumpriu o que prometeu e irrompeu nas primeiras horas da manhã. Depois, não mais se fez sentir. Para nosso alívio. Para nosso grande alívio. Foi, talvez, estragar celebrações para outras freguesias. Não sabemos. Nunca mais a vimos. Xôô.

Então, a luz preencheu o dia e a temperatura, agradavelmente amena, convidou-nos, desde cedo, a retirar o casaquinho a que, no dia anterior, nos agarráramos na certeza de nos vir a ser muito útil.


Entretanto, vivíamos - ainda - na obrigatoriedade de utilizar máscara em espaços fechados, pelo que a mesma se tornou no acessório extra comum a todos nós. Mas se, para alguns, serviu para dar um tcharan no seu outfit, combinando com a cor da gravatinha, para outros serviu, decerto, para ocultar aquele pedacinho de pão que, deselegantemente, se instalara entre os dentes e que, ao descoberto, toda a gente viria mas ninguém ousaria avisar.

Quem nunca? Vejamos, por isso, o lado positivo da utilização de máscaras nestes dias de glamour. À data deste artigo, a sua utilização caiu por terra, portanto, lamento a quem já não vai conseguir eternizar, num álbum, a fase em que as pessoas transferiram o sorriso para o olhar. Sortudos os que, como nós, conseguiram! Há lá coisa mais encantadora do que ser fotografado com máscara cirúrgica...

[leia-se, naturalmente, com ironia!]

Já quase que imagino a Camila, altamente radiante, em plena adolescência, a partilhar com amigas o seu álbum de batizado, ímpar por sinal, com a crença enraizada de que os pais decidiram celebrar o seu primeiro sacramento com um baile de máscaras. Mas como o orçamento era reduzido, as máscaras foram todas iguais. Concluirá, certamente. Bem, prometi-me concisa. Por isso, vamos ao que interessa.

Escolhemos batizar a Camila na Igreja Matriz de Alvarães, pelas mãos do Sr. Reitor, que também ele nos casara em 2015, e realizar o almoço de convívio no espaço exterior da casa dos avós paternos.


Optámos por uma celebração sem missa e, mesmo assim, o instante foi deveras especial. A Camila, apesar de aborrecida pela sessão fotográfica que realizara momentos antes, comportou-se relativamente bem. Contudo, irrequieta por natureza, exigira-nos toda uma organização do dia em função da sua vontade, disposição e rotina. As fotografias - tiradas principalmente com os convidados - revelaram-se desafiantes, porém, concretizáveis (apesar da cara de choro presente na maioria das vezes).




No que concerne ao almoço de convívio, contratámos um serviço de catering que tão bem o confecionou e serviu. Tudo decorreu como o expectado e, sem dúvida, que o catering surge como uma boa opção para quem deseja realizar uma celebração de cariz mais pessoal.


Para informar os convidados sobre as suas respetivas mesas, recorremos a uma tela, amavelmente, pintada pelo meu sogro aquando o nosso casamento. Por seu turno, cada mesa encontrava-se identificada com uma fotografia da Camila num determinado mês da sua vida.


A decoração da mesa principal e confeção do bolo, ficaram a cargo da empresa Alfazema Event Planning (embora o bolo tivesse sido confecionado por uma pessoa independente, mas parceira da empresa).






Para os convidados dirigirem e perpetuarem uma mensagem-luz à Camila, expusemos na mesa principal, um livro de honra, que adquirimos à designer Sandra Dinis.

O momento dissipa-se mas o registo escrito e/ou fotográfico, perpetua-o.



A vela, toalha e caixa, personalizadas, encomendamos na Sparkles - Velas e Acessórios Personalizados.

A concha foi oferecida por uma amiga.


Tudo tão ternurento, não é mesmo?




Quanto ao vestido - delicadamente belo - sapatos e acessórios, comprámos na Petit Amour. Tudo foi reflexo de amor. À primeira vista.


Já os convites e as lembranças, foram elaborados pela empresa Miminhos Rita Catita.


A fotografia e vídeo ficou a cargo da empresa Hélder Couto. Se havia coisa de que eu tinha a certeza absoluta de que queria para o batizado da Camila, era a de lhe delegar o registo desse dia tão sublime. A equipa: exímia no click, irrepreensível no profissionalismo. Fotografou o nosso casamento. Fotografou o batizado da nossa bebé. E fotografará - sempre - os momentos mais especiais da nossa vida.

Porque faz jus ao amor.




E assim vivemos um dos dias mais bonitos da nossa vida a três.

1 comentário


Igor Faria
Igor Faria
31 de mai. de 2022

🧡

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